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Modelo de mensagem de condolências

Quase todos ficamos parados diante de uma mensagem de condolências — não por falta de sentimento, mas por medo de dizer mal. O resultado é quase sempre o mesmo: uma fórmula feita, que quem está de luto vai receber vinte vezes no mesmo dia.

Esta ferramenta propõe três mensagens construídas para a sua situação: segundo o que é para a pessoa em luto, quem ela perdeu, e o meio que escolher — um cartão, uma mensagem no telemóvel, ou uma palavra dita de viva voz. Uma mensagem simples, uma que fala de quem morreu, uma que oferece ajuda concreta. Escolha a que se parece consigo.

Quem é para si a pessoa em luto?
Quem perdeu?
O nome delaOpcional.
O nome da pessoa que morreuOpcional, mas dizer um nome muda completamente uma mensagem.
Por que meio?

Três propostas: a mais simples, a que fala da pessoa que morreu e a que oferece uma ajuda concreta.

Perguntas frequentes

O que se diz a quem acabou de perder alguém?

O menos possível de fórmulas e o mais possível de concreto. «Os meus sentidos pêsames» sozinho é a frase que quem está de luto ouve vinte vezes na mesma tarde, e é também aquela de que depois não se lembra. Nomeie a pessoa que morreu, diga uma coisa precisa que lhe tenha ficado dela, ou ofereça uma ajuda que se possa aceitar com um sim. As três mensagens desta ferramenta seguem esses três caminhos, e nenhuma delas se limita à fórmula.

Pêsames ou condolências?

Em Portugal diz-se «os meus sentidos pêsames», sobretudo de viva voz, no velório ou à saída da igreja, muitas vezes com um aperto de mão e nada mais. «Condolências» é mais escrito e mais formal, e assenta bem num cartão, num email de trabalho ou numa nota de uma instituição. Nenhuma das duas está errada; o que se nota é quando a fórmula é tudo o que a mensagem tem. Seja qual for a palavra que escolher, acrescente-lhe uma frase que ninguém além de si poderia escrever.

Deve nomear-se a pessoa que morreu?

Sim, quase sempre. Muitos evitam o nome com medo de reavivar a dor; quem está de luto diz o contrário, e o que teme é precisamente que o nome desapareça das conversas ao fim de duas semanas. Se sabe quem era, escreva-o. E se não conheceu a pessoa, diga-o com simplicidade e fale de quem ficou — uma mensagem honesta vale mais do que uma homenagem emprestada, que se nota de imediato.

Que extensão para um cartão, uma mensagem no telemóvel ou uma palavra dita de viva voz?

De viva voz bastam duas frases, e diz-se quase sempre demasiado: no velório, um aperto de mão e o nome da pessoa valem mais do que um parágrafo. Numa mensagem de telemóvel, três ou quatro frases, e sem esperar resposta. Num cartão pode desenvolver-se e terminar com uma fórmula de afeto, porque é um objeto que fica e que às vezes se volta a ler anos depois. A ferramenta ajusta a extensão ao meio que escolher.

Quando é que já é tarde para escrever?

Nunca é tarde, e há uma razão prática para isso. Nos primeiros dias chegam dezenas de mensagens ao mesmo tempo, o telefone não para, a casa está cheia — e nenhuma mensagem se lê com atenção. É depois, quando as visitas acabam e o silêncio se instala, que uma mensagem é lida devagar e guardada. Escrever duas ou três semanas mais tarde não é um atraso a desculpar: é muitas vezes o melhor momento, e pode dizê-lo na própria mensagem.

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