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As perguntas que se fazem, sem rodeios.

As perguntas que surgem quando alguém morre, respondidas com clareza: o que o cemitério permite, quanto custam as coisas e como funciona um espaço em memória.

É permitido colocar um código QR numa campa?

Normalmente sim, mas quem decide é o cemitério, não a família. Em Portugal os cemitérios são municipais ou paroquiais e cada um tem o seu regulamento; muitos exigem autorização prévia para qualquer alteração ao jazigo ou à sepultura, incluindo uma placa colada. Um telefonema aos serviços do cemitério resolve em cinco minutos.

Ler o artigo completoCódigo QR numa campa: autorizações, onde o colocar e quanto dura
O que acontece quando termina o prazo de uma sepultura temporária?

A câmara notifica a família e procede depois à exumação, para se decidir o destino dos restos: ossário individual, jazigo, cremação dos ossos ou ossário geral. A notificação segue para a morada que consta do registo do cemitério — se a família mudou de casa sem o comunicar, o prazo termina sem que ninguém saiba.

Ler o artigo completoSepultura, jazigo e ossário: o que acontece ao fim de alguns anos
O que tem de constar num obituário?

Quatro dados sustentam tudo: o nome de quem morreu, a data do falecimento, quem participa a morte, e onde e quando é o funeral. Tudo o resto — uma frase de abertura, a profissão, o pedido para não enviar flores — é facultativo, e cada linha paga-se.

Ler o artigo completoComo escrever um obituário: estrutura, exemplos e custos
Quando se celebra a missa de sétimo dia?

Uma semana depois do falecimento, ou no domingo mais próximo, consoante a paróquia. Marca-se na secretaria paroquial e avisa-se a família por telefone ou por mensagem. Ao contrário do funeral, não há aviso público obrigatório — e é por isso que há sempre alguém que só fica a saber depois.

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